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Jogo de futebol na Turquia acabacampe�o sportsbetpancadaria e deten��o
Partida entre Bursaspor e Diyarbekispor termina ainda com cinco expuls�es e um torcedor detido
A partida entre Bursaspor e Diyarbekispor, pela terceira divis�o turca, terminoucampe�o sportsbetpancadaria, nesta ter�a-feira (20). Al�m disso, houve uma pessoa detida e cinco jogadores expulsos.
Tudo come�ou nos acr�scimos do segundo tempo, quando B�nyamin Y�r�r fez o segundo e �ltimo gol da vit�ria por 2 a 0. De acordo com os jogadores do time da casa, ele teria comemorado do ladocampe�o sportsbetfrente � torcida mandante, o que deixou muitos irritados, incluindo o jogador �agatay Yilmaz.
Assim, os dois acabaram expulsos. No entanto, � claro, a confus�o se expandiu. Al�m deles, tamb�m foram tirados de campo um atleta do time da casa e dois da equipe visitante. Na sequ�ncia, a torcida do Bursaspor atirou objetos. Inclusive, um torcedor da agremia��o de Bursa foi detido.�Curiosamente, os atletas ainda voltaram para o restante da partida. Ap�s o confronto dentro e fora do gramado, a pol�cia, � claro, precisou intervir.
Antes da pancadaria, Yasin D�lger abriu o placar para os visitantes aos 25 do primeiro tempo. Com o resultado, o Bursaspor segue na lanterna da competi��o, com apenas 11 pontoscampe�o sportsbet17 jogos. J� o Diyarbekispor subiu para s�timo, com 26 pontos.
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| 0.5 | 6.02 | 13.00 |
| 6.0 | 1.04 | 11.00 |
| 6, 6.5 | 6.118 | 6.25 |
| 1.5 | 6.213 | 6.45 |
| 1.5, 2 | 1.256 | 3.95 |
| 6.0 | 1.313 | 3.65 |
| 2, 2.5 | 1.495 | 2.65 |
| 2.5, 3 | 6.847 | 1.98 |
| 3.0 | 2.13 | 1.772 |
| 6, 3.5 | 2.72 | 1.588 |
| 3.5 | 2.67 | 1.485 |
| 3.5, 4 | 3.20 | 1.364 |
| 4.0 | 4.10 | 1.241 |
| 6, 6.72 | 6.45 | 1.213 |
| 4.5 | 4.95 | 1.182 |
| 4.5, 5 | 6.00 | 1.125 |
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A elei��o de Bolsonaro alarmou setores ligados aos esportes.
O motivo das preocupa��es, por�m, n�o estava nas suas filosofias pol�ticas ou nas suas declara��es pol�micas.
Eram bem mais mundanas as raz�es do sobressalto.
Ainda durante o segundo turno das elei��es, o presidente do Comit� Ol�mpico Brasileiro manifestou preocupa��es quanto ao futuro dos investimentos governamentais para o setor, que beneficiam grandemente institui��es como o pr�prio Comit� Ol�mpico Brasileiro[1].
Confirmada a elei��o de Bolsonaro, Leandro Cruz, atual Ministro do Esporte, queixou-se do fato decampe�o sportsbetequipe n�o ter sido procurada pelo grupo respons�vel pela transi��o de governos.
Segundo ele, a falta de interesse prenunciava a pouca import�ncia pol�tica que o novo governo pretendia atribuir aos esportes[2].
Como rea��o, Leandro Cruz tentou justificar a import�ncia de um minist�rio exclusivamente dedicado aos esportescampe�o sportsbetartigo na Folha de S.Paulo.
Segundo dizia esse artigo, mais que bons resultadoscampe�o sportsbetcompeti��es internacionais, a��es governamentais para o setor esportivo justificam-se pelas suas supostas capacidades de promover "inclus�o social".
Nas palavras do ministro: "Somos um minist�rio que mostra resultados sociais.
Todos sabemos dos benef�cios do esporte na sa�de, para gera��o de empregos e na preven��o � viol�ncia"[3].
Mas, afinal, faz sentido reivindicar a exist�ncia de um Minist�rio do Esporte? O Minist�rio do Esporte, de fato, tem "resultados sociais" para mostrar? Porque seria ben�fico ou vantajoso para o pa�s uma estrutura institucional desse tipo? Seria correto que os esportes podem prevenir a criminalidade, melhorar os �ndices de educa��o, gerar empregos e promover a "inclus�o social"? H� algum fundamento objetivo para essas cren�as? O que nos dizem as evid�ncias dispon�veis?*
Primeiro, esportes n�o oferecem oportunidades amplas e efetivas de emprego ou ascens�o social.
Em 2015, mais de 80% dos jogadores de futebol do Brasil � que � a modalidade com maiores oportunidades profissionais de trabalho e renda � ganhavam apenas at� R$ 1.
000 por m�s, conforme dados oficiais da Confedera��o Brasileira de Futebol (CBF).
Comparados com dados do Minist�rio do Trabalho, � um sal�rio m�dio inferior ao de categorias profissionais como as de "gar�om", "ascensorista", "ajudante de pedreiro", "tratador de porcos" e "catador de material recicl�vel".
Al�m disso, a maioria dos contratos de trabalho no futebol � tempor�rio, restrita ao primeiro semestre do ano, quando se realizam os campeonatos estaduais.
Depois disso, cerca de 60% desses jogadores t�m os contratos de trabalho rescindidos e est�o oficialmente desempregados[4].
Um estudo da Funda��o Jo�o Pinheiro, considerando um amplo universo de ocupa��es poss�veis no setor esportivo, indicou rendimentos m�dios mensais ainda menores, entre R$ 487 e R$ 560 (em 2010).
Segundo este estudo, cerca de 70% dos atletas auferem rendimentos abaixo do sal�rio m�nimo e necessitam de uma segunda ocupa��o.
Al�m disso, conforme indica o estudo, as oportunidades de trabalho nessa �rea s�o limitadas, respondendo por menos de 0,5% das vagas de emprego formal no Brasil (a maioriacampe�o sportsbetatividades de condicionamento f�sico, quecampe�o sportsbetcerta medida se diferenciam de esportes propriamente ditos).
N�o bastasse, entre 2007 e 2012, o desempenho do setor foi inferior ao da m�dia dos demais setores econ�micos do pa�s[5].
Se emprego e sal�rio parecerem boas estrat�gias para a "inclus�o social", os interessados nesse assunto talvez devam buscar outras alternativas que n�o os esportes.
Por mais tocantes que sejam casos de atletas que obtiveram prosperidade por meio dos esportes, tratam-se de exce��es que apenas confirmam a regra.
*
Afora limita��es na capacidade do setor esportivo oferecer empregos e assim oportunidades de ascens�o social, boa parte dos investimentos governamentais nessa �rea n�o se destinam a prop�sitos de promo��o da sa�de, est�mulo a participa��o esportiva ou mesmo a tal "inclus�o social" � apesar desses t�picos serem frequentemente citados pelos que saemcampe�o sportsbetdefesa do envolvimento governamental com esportes, como fez o atual ministro Leandro Cruz e como fazem v�rios outros que se engajam nessa causa.
H� poucos meses, quando o governo de Michel Temer anunciou a cria��o de um Fundo Nacional para Seguran�a P�blica, que seriacampe�o sportsbetparte constitu�do por recursos antes destinados aos esportes, uma ampla coaliza��o se mobilizou a fim de tentar reverter a decis�o.
Durante audi�ncia na Comiss�o de Esporte da C�mara, o velejador Lars Grael, superintendente de rela��es institucionais do Comit� Brasileiro de Clubes, classificou a medida como um "equ�voco hist�rico" e um "crime lesa p�tria"[6].
O judoca Tiago Camilo, presidente da comiss�o de atletas do Comit� Ol�mpico Brasileiro, sugeriu que a diminui��o de gastos no esporte comprometeria medidas de combate � viol�ncia[7].
Por meio de um v�deo na internet, o tenista Gustavo Kuerten tamb�m se manifestou, classificando a medida como "totalmente insensata"; um "ato de desespero e covardia", ele disse[8].
O ex-jogador de futebol Ra�, a ex-jogadora de basquete Magic Paula e Louise Bezerra, ligados � organiza��o Atletas pelo Esporte, tamb�m criticaram a medida.
Segundo argumentaram, a expectativa de diminui��o de recursos do Minist�rio do Esporte era "um gol contra para as �reas que t�m impacto na preven��o da criminalidade".
Segundo eles, "esporte e educa��o s�o parte da estrat�gia utilizada com �xitocampe�o sportsbetdiversos pa�ses para diminuir os �ndices de criminalidade".
[9] At� o Col�gio Brasileiro de Ci�ncias do Esporte, associa��o cient�fica que re�ne estudiosos brasileiros dos esportes, publicou uma manifesta��o contra a medida, onde se destacava o esporte e o lazer como "direitos sociais inalien�veis"[10].
Nenhuma dessas declara��es, contudo, parece ter levado suficientementecampe�o sportsbetconta a dureza terra-a-terra das pol�ticas de esportes no Brasil, onde cerca de 70% dos recursos p�blicos gastos nessa �rea destinam-se ao alto rendimento[11].
Conforme disseram Felipe Sigollo e Pedro Trengrouse, respectivamente, atual secret�rio executivo adjunto do Minist�rio do Esporte e professor da Funda��o Get�lio Vargas, "sob a �tica do alto rendimento, o Brasil, sem d�vida, est� entre os pa�ses com maior investimento esportivo nos �ltimos anos.
Foram R$ 8,3 bilh�es nos est�dios da Copa, R$ 7,2 bilh�es nas arenas dos Jogos Ol�mpicos e, desde 2001, quase R$ 10 bilh�es das loterias destinados ao Minist�rio do Esporte, Comit� Ol�mpico do Brasil, clubes de futebol, Comit� Paral�mpico Brasileiro, Comit� Brasileiro de Clubes e Federa��o Nacional de Clubes / A soma corrigida de incentivos fiscais, Jogos Pan-Americanos, Mundiais Militares, Copa do Mundo, Jogos Ol�mpicos e Paral�mpicos - com os valores destinados anualmente ao esporte ol�mpico pelas loterias e empresas estatais - passa de R$ 100 bilh�es."[12].
Por princ�pio, esportes de alto rendimento oferecem poucas oportunidades de participa��o, al�m de terem consequ�ncias nulas ou at� negativas para a maioria da popula��o.
N�o esque�amos as viola��es de direitos humanos e as escassas evid�ncias de legados positivos dos megaeventos recentemente realizados no Brasil[13].
A linguagem abstrata dos direitos sociais inalien�veis pode ser comovente, mas pode tamb�m ser enganosa e vazia de conte�do pol�tico.
Em palavras de ordem desse tipo, gen�ricas e pr�-fabricadas, n�o h� diagn�sticos impl�citos ou expl�citos, nem tampouco o direcionamento para reivindica��es ou propostas concretas.
Tudo se resume a um palavr�rio velho e desgastado.
N�o � um golpe do azar, portanto, que quase 59% de escolas de ensino fundamental do pa�s n�o tenham quadras esportivas, conforme dados oficiais do Censo Escolar de 2017 (n�mero que pode chegar a 71%, se considerarmos apenas escolas municipais, que re�nem 64% dos estabelecimentos de ensino fundamental do pa�s)[14].
Como se v�, 15 anos de exist�ncia de um Minist�rio do Esporte fizeram muito pouco pela "inclus�o social" de crian�as e jovens das escolas p�blicas do pa�s.
Em 2005, um relat�rio do Tribunal de Contas da Uni�o sobre o Programa Segundo Tempo, iniciativa do Minist�rio do Esporte que oferece oportunidades de pr�ticas esportivas para crian�as e jovens depois do turno escolar, j� apontava para uma falta de representatividade desta a��o, que atendia, na �poca, apenas 1% do total da popula��o entre 7 e 17 anos[15].
N�o foi falta de recursos, no entanto, o que imp�s essa estreiteza de horizontes e essa tibieza de resultados.
Foi falta de prioridade pol�tica pura e simplesmente.
Ou melhor, foi o predom�nio de outras prioridades pol�ticas.
*
Na mesma �pocacampe�o sportsbetque a��es do Minist�rio do Esporte voltadas ao esporte educacional atendiam um n�mero reduzid�ssimo de crian�as e jovens, o Brasil se preparava para sediar os Jogos Pan-Americanos de 2007, que apenas iniciaram a abertura dos cofres p�blicos para a fam�lia ol�mpica.
Pouco depois viriam ainda os Jogos Ol�mpicos e a Copa do Mundo.
Nenhum desses esfor�os, por�m, que demandaram altos investimentos, como se sabe, n�o parecem ter melhorado ou ampliado as condi��es de pr�tica esportiva das escolas brasileiras, como o provam as atuais situa��es da maioria desses estabelecimentos de ensino.
Dentre as poucas e pobres a��es governamentais voltadas aos esportes educacionais, as evid�ncias capazes de sustentar que tais investimentos s�o ben�ficos ou eficientes s�o tamb�m bastante controversas.
Crian�as que praticam esportes t�m vantagens educacionais decorrentes deste envolvimento? Projetos com esportes podem, de fato, prevenir a criminalidade?
A literatura especializada nesses assuntos � extensa e inconclusa.
Pesquisas sobre os efeitos de esportes sobre a educa��o, de maneira geral, realizadascampe�o sportsbetdiferentes lugares e a partir de diversos m�todos, frequentemente indicam resultados conflitantes[16].
Em meio a achados t�o controvertidos, nenhum estudioso s�rio se precipitariacampe�o sportsbetafirmar categoricamente que projetos esportivos podem cumprir promessas de desenvolvimento, preven��o ao crime, combate a delinqu�ncia juvenil ou "inclus�o social", independente das circunst�ncias gerais que os envolvem.
Ao contr�rio, existem mesmo s�rias obje��es acad�micas � ideia de que o esporte ou pol�ticas p�blicas nesse setor podem afetar condi��es gerais de vida e cidadania.
Na verdade, v�rios pesquisadores que estudam o assunto se referem � suposi��o de que os esportes podem agenciar transforma��es sociais como algo "problem�tico", "sem muito efeito" ou t�o somente como "ideologias carentes de evid�ncias".
Andrew Guest, por exemplo, professor da Universidade de Portland, nos Estados Unidos, ao realizar uma pesquisa de campocampe�o sportsbetmeio a um projeto de esportes para residentes de um campo de refugiados na �frica, concluiu que a iniciativa simplesmente n�o era capaz de promover os objetivos que prometia.
Conforme suas duras palavras, "suspeito que o esporte n�o pode ser uma parte �til do desenvolvimento [.
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] Esportes n�o desenvolvem diretamente ningu�m ou qualquer comunidade"[17].
Alguns outros v�o al�m, afirmando n�o apenas que os esportes, na maioria das vezes, de fato, n�o s�o capazes de promover a t�o almejada "inclus�o social", como dizem ainda que pol�ticas p�blicas concentradascampe�o sportsbetoferecer esportes para comunidades pobres podem at� mesmo atrapalhar o desenvolvimento social.
Conforme famosas palavras de Jay Coakley, professor da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, ao direcionar recursos p�blicos geralmente escassos para tais projetos, essas iniciativas, apesar de bem-intencionadas, podem �s vezes camuflar e at� fazer esquecer os verdadeiros problemas que afligem essas comunidades[18].
Nesse sentido, tais projetos desviam a aten��o dos problemas fundamentais e acabam por dificultar a orquestra��o de esfor�os com maior potencial de realmente mitigar a pobreza e promover o desenvolvimento.
Frequentemente, projetos de esportes voltados para residentes de bairros pobres limitam-se a oferecer escusas para pol�ticos dissimularem que est�o fazendo algo de �til e importantecampe�o sportsbetfavor desses grupos, quando na verdade est�o fazendo muito pouco ou quase nada; ou ent�o para que gestores de organiza��es n�o governamentais garantam recursos financeiros para suas pr�prias institui��es, quando n�o para os seus pr�prios bolsos.
Em todos os casos, � a ind�stria do problema socialcampe�o sportsbetplena a��o.
O principal problema dos pobres � sempre a pobreza, e n�o a falta de oportunidades de praticar esportes.
Quando o ministro do esporte afirma que "todos sabemos dos benef�cios do esporte", ele talvez precise ent�o especificar melhor o sujeito da ora��o.Todos, quem?*
Fred Coalter, professor da Escola de Esportes da Universidade de Stirling, na Esc�cia, e uma das principais autoridades internacionaiscampe�o sportsbetestudos sobre pol�ticas de esporte, dono de uma volumosa e reputada obra sobre o assunto, h� anos vem chamando aten��o para a sistem�tica falta de evid�ncias que marca o pensamento e a pr�tica pol�tica da atua��o governamental com rela��o aos esportes.
Segundo suas conclus�es, n�o � a participa��ocampe�o sportsbetesportes o que contribui para a "inclus�o social", mas sim a "inclus�o social" o que permite a participa��ocampe�o sportsbetesportes[19].
Rigorosamente no mesmo sentido, Anthony Veal, professor da Universidade Tecnol�gica de Sydney, na Austr�lia, concluiu, a partir de um amplo estudo de quase 30 pa�ses europeus, que a desigualdade de renda � o fator fundamental a facilitar ou dificultar a participa��ocampe�o sportsbetpr�ticas esportivas.
Desse modo, ele afirma, pol�ticas p�blicas dedicadas especificamente aos esportes teriam pouca ou nenhuma capacidade de alterar os �ndices de participa��o esportiva, mesmo quando fossem estes os objetivos dessas pol�ticas (o que de todo modo nunca foi o caso do Minist�rio do Esporte no Brasil, que sempre privilegiou os esportes de alto rendimento, como destacamos).
Segundo palavras do pesquisador australiano, "se a causa fundamental dos problemas sociais � a desigualdade estrutural na sociedade, pol�ticas focadas diretamente sobre o problema da desigualdade na participa��o esportiva dificilmente ser�o bem-sucedidas"[20].
Situa��es bem documentadascampe�o sportsbetque esportes parecem ter contribu�do, ou de alguma forma tomado partecampe�o sportsbetiniciativas bem-sucedidas com prop�sitos de desenvolvimento social existem, mas n�o s�o tantas quanto os defensores mais entusiastas do envolvimento governamental com esportes fazem parecer.
"Desenvolvimento", "cidadania" ou "inclus�o social", al�m de conceitos cheios de ambiguidades, n�o contam com f�rmulas pr�-estabelecidas para acampe�o sportsbetrealiza��o, de modo que alcan��-los � um empreendimento dif�cil e incerto.
Nesses casos, o que pesquisadores examinam n�o � se esportes podem ou n�o oferecer oportunidades nesse sentido � o que � sempre relativo e dependente de uma grande variedade de condi��es, �s vezes inteiramente circunstanciais.
O que se examina s�o justamente as condi��es que parecem facilitar ou dificultar a realiza��o de objetivos dessa natureza.
Ningu�m sabe ao certo que condi��es s�o essas.
Se soubessem, haveria ent�o uma f�rmula pronta para ser seguida e ser�amos todos felizes para sempre.
No entanto, embora n�o ofere�am receitas, o ac�mulo de pesquisas sobre o assunto j� sugere insights e aponta caminhos.
De projetos para a pr�tica de esportes entre meninas na �ndia at� jogos de basquetecampe�o sportsbetbairros com altos �ndices de criminalidade nos Estados Unidos, passando pela oferta de esportes para jovens com suas fam�lias na Isl�ndia, um elemento frequentemente presente � a profunda articula��o dessas iniciativas com outros projetos e institui��es movidos por finalidades muito mais amplas do que a pr�tica de esportescampe�o sportsbetsi mesmo[21].
Profunda articula��o com outros projetos e institui��es movidos por finalidades muito mais amplas, bem entendido, n�o equivale a discursos bonitos, mas vazios, de que o prop�sito deste ou daquele projeto de esportes � o de formar cidad�os e n�o atletas, o que muitas vezes est� limitado ao plano meramente ret�rico.
Projetos de esportes que acontecem na escola ou que dizem ter finalidades educativas, mas que n�o t�m rela��o com curr�culos, com professores ou com projetos pedag�gicos das escolas, na pr�tica n�o guardam nenhuma articula��o nem com as escolas, nem tampouco com projetos educacionais de maneira mais ampla.
Com efeito, � precisamente desta maneira desarticulada das escolas e de seus projetos pedag�gicos que funciona o Programa Segundo Tempo � aquela iniciativa do Minist�rio do Esporte que oferece oportunidades para uma parcela reduzid�ssima da popula��ocampe�o sportsbetidade escolar.
*
Ao que tudo indica, portanto, nas situa��escampe�o sportsbetque h� ind�cios emp�ricos de que os esportes parecem ter desempenhado algum efeito positivo e significativo sobre projetos de desenvolvimento social, o esporte aparece como uma esp�cie de pretexto ou "ponto de partida" para mobilizar e motivar indiv�duos a se engajaremcampe�o sportsbetcertas a��es � que podem ser de combate ao crime, de orienta��o sexual, de refor�o escolar, de capacita��o para o trabalho ou de desincentivo ao consumo de �lcool entre jovens, entre v�rias outras possibilidades[22].
Assim, quanto mais integrado com outros projetos e institui��es voltadas � "inclus�o social" ou � preven��o da criminalidade, melhor; enquanto mais isolado dessa rede de a��o, pior.
Nesse contexto, a ideia de subordinar pol�ticas de esporte a pol�ticas educacionais, vinculando o Minist�rio do Esporte ao Minist�rio da Educa��o, parece n�o apenas boa, como talvez seja a mais l�gica e sensata medida a ser tomada nesse quesito.
Tal decis�o, de fato, pode representar uma derrota para os atletas de alto n�vel, para os gestores de organiza��es n�o governamentais que manejam iniciativas ligadas aos esportes ou ainda para os dirigentes de federa��es e confedera��es esportivas, que apesar de serem entidades privadas e oferecerem benef�cios limitad�ssimos ao conjunto da popula��o, se � que oferecem algum, t�m historicamente sido os principais benefici�rios das pol�ticas e investimentos p�blicoscampe�o sportsbetesportes no Brasil.
Como bem demonstrou certa vez Jo�o Malaia, professor do Departamento de Hist�ria da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, desde que o Estado brasileiro se envolveu sistematicamente com o apoio e o financiamento de pr�ticas esportivas, ainda nos meados da d�cada de 1920, subs�dios para atletas participaremcampe�o sportsbetcompeti��es internacionais e para a organiza��o de grandes eventos esportivos t�m sido a t�nica dessas pol�ticas[23].
Grosso modo, pol�ticas de esporte no Brasil t�m sido apenas uma forma sutil e mais ou menos hip�crita de garantir acesso de grupos privilegiados �s chaves que guardam os recursos dos cofres do Tesouro.
Muitos dos que criticam e se mobilizam contra a extin��o do Minist�rio do Esporte fazem-no, � certo, por boa f�; movidos que est�o por uma ideologia obtusa, mas bem-intencionada, como o s�o quase todas as ideologias.
Outros, por�m, menos inocentes, fazem-no apenas por receio de que a dilui��o institucional das a��es governamentais dessa �rea lhes prive do acesso direto ao balc�o de neg�cios que a porta da sala dos Ministros de Estado pode franquear com mais facilidades.
A defesa do esporte ou de uma decidida a��o do Estado nessa �rea, por�m, n�o deve se confundir com a defesa dos interesses de atletas de elite.
Tampouco deve se confundir com os interesses de grandes federa��es e confedera��es esportivas.
Tamb�m n�o deve se limitar a reproduzir uma ideologia ing�nua e mal informada, que atribui superpoderes de transforma��o social aos esportes.
Tudo isso s�o apenas fantasias irrealistas ou lobbies corporativos (chamados tamb�m rent-seeking, isto �, tentativas de obter vantagens econ�micas por meio da influ�ncia pol�tica).
Talvez j� tenha passado da hora das vozes cr�ticas que pensam o esporte se erguerem contra esse estado de coisas, a fim de se empenharem mais decididamentecampe�o sportsbetseparar o beb� da �gua suja da bacia.
Conforme revelaram os dados do Diagn�stico Nacional do Esporte, a maior parte dos praticantes de esportes no Brasil (70%) n�o t�m v�nculos com institui��es esportivas (clubes, ligas ou federa��es)[24].
O car�ter informal e institucionalmente desorganizado desses esportistas amadores tende a priv�-los de representa��o pol�tica nas inst�ncias decis�rias do poder p�blico.
Afinal, n�o se veemcampe�o sportsbetBras�lia lobistas ou grupos de press�o organizados a defender os interesses difusos dos que praticam esporte por lazer.
Em defesa desses grupos, n�o h� manifestos, cartas p�blicas, v�deos no Youtube, discursos no Congresso ou artigoscampe�o sportsbetjornais de grande circula��o.
O fim do Minist�rio do Esporte como estrutura aut�noma,campe�o sportsbetfavor de a��es integradas �s pol�ticas educacionais, afora garantir, ao menos formalmente, o cumprimento do preceito constitucional que determina privil�gio do investimento estatal nesse setor ao esporte educacional, algo olimpicamente ignorado nos �ltimos anos, pode ser o pren�ncio de uma pequena vit�ria para os milh�es de estudantes das redes p�blicas de educa��o do Brasil, onde de fato se concentram os jovens e crian�as pobres do pa�s, quase sempre desprovidos de quaisquer apoios ou incentivos para a pr�tica de esportes.
Nada garante que ser� esse o caso.
Oxal�, que assim seja![1] Marcelo Laguna.
Haver� mobiliza��o se pr�ximo governo cortar verbas, diz presidente do COB.Folha de S.Paulo, 11 out.2018.
[2] Diego Garcia, Jo�o Gabriel e S�rgio Rangel.
Esporte n�o ser� prioridadecampe�o sportsbetgoverno Bolsonaro, diz atual ministro.Folha de S.Paulo, 13 nov.2018.[3] Leandro Cruz.
O esporte como prioridade.Folha de S.Paulo, 16 nov.2018, p.A3.[4] Rodrigo Capelo.
A f�brica de ilus�es do futebol.�poca, 22 fev.2016.
[5] Funda��o Jo�o Pinheiro.
Cadeia produtiva do esporte de alto rendimentocampe�o sportsbetMinas Gerais.
Belo Horizonte: Funda��o Jo�o Pinheiro, 2013.[6] https://www.youtube.
com/watch?v=PbSZ9ZtjEF8.[7] Marcelo Laguna.
Entidades do esporte se unem para evitar perda de R$ 300 milh�es.Folha de S.Paulo, 12.jun.2018.[8] https://www.youtube.
com/watch?v=vaxZG_PPXak.
[9] Ra�, Magic Paula e Louise Bezerra.
Um novo 7 a 1 no esporte brasileiro.Folha de S.
Paulo, S�o Paulo, 1 jul.2018, p.A3.[10]http://www.cbce.org.
br/upload/biblioteca/Manifesta%C3%A7%C3%A3o_CBCE_MP_841.pdf
[11] Marcelo Resende Teixeira e colaboradores.
Esporte, fundo p�blico e pequena pol�tica: os reveses de um or�amento (r)emendado.
Movimento, Porto Alegre, v.24, n.2, p.593-606, abr./jun.
de 2018; Fernando Mascarenhas.
O or�amento do esporte: aspectos da atua��o estatal de FHC � Dilma.
Revista Brasileira Educa��o F�sica e Esporte, v.30, n.4, p.963-980, out./dez.2016.
[12] Felipe Sigollo e Pedro Trengrouse.
Investimento inteligente no esporte.Folha de S.Paulo, 26 jun.2018, p.A3.
[13] Andrew Jennings e colaboradores.
Brasilcampe�o sportsbetjogo: o que fica da Copa e das Olimp�adas? S�o Paulo: Boitempo, 2014; Dave Zirin.
O Brasil dan�a com o diabo: Copa do Mundo, Olimp�adas e a luta pela democracia.
S�o Paulo: Lazuli, 2014, especialmente cap.
7; Fl�vio de Campos.
O lulismocampe�o sportsbetcampo: aspectos da rela��o entre esportes e pol�tica no Brasil.
In: Gilberto Maringoni e Juliano Medeiros (organizadores).
Cinco mil dias: o Brasil na era do lulismo.
S�o Paulo: Boitempo / Funda��o Lauro Campos, 2017, p.241-247.
Uma vis�o mais panor�mica sobre o assunto encontra-secampe�o sportsbetJohn Horne.
The Four 'Knowns' of Sports Mega-Events.Leisure Studies, v.26, n.1, p.81-96, 2007.[14] Brasil.
Censo Escolar 2017: notas estat�sticas.
Bras�lia / Rio de Janeiro: Minist�rio da Educa��o / Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An�sio Teixeira, 2018, p.6.
[15] Tribunal de Contas da Uni�o.
Relat�rio de Avalia��o do Programa Segundo Tempo.
Bras�lia: Tribunal de Contas da Uni�o, 2006, p.20 e 84.
[16] Dois exemplos: Richard Bailey.
Physical education and Sport in Schools: a Review of Benefits and Outcomes.
Journal of School Health, vol.76, p.397-401, 2006; H.David Hunt.
The effect of extracurricular activities in the educational process: influence on academic outcomes? Sociological Spectrum, v.25, issue 4, 2005.[17] Andrew M.Guest.
The diffusion of development-through-sport: analysing the history and practice of the Olympic Movement's grassroots outreach to Africa.
Sport in Society, v.12, n.10, Dec.2009, p.1.346 e 1.348.[18] Jay Coakley.
Using sports to control deviance and violence among youths: Let's be critical and cautious.
In: Margaret Gatz, Michael A.Messner & Sandra J.
Ball-Rokeach (Editors).
Paradoxes of Youth and Sport.
Albany: SUNY Press, 2002, p.13-30.[19] Anthony J.Veal.
Leisure, income inequality and the Veblen effect: cross-national analysis of leisure time and sport and cultural activity.Leisure Studies, v.
35, issue 2, 2016, p.226.
[20] Uma s�ntese recente das observa��es deste autor sobre o assunto pode ser encontradacampe�o sportsbetFred Colter.
Sport for Development: What game are we playing? New York: Routledge, 2013.[21] Tess Kay.
Developing through sport: evidencing sport impacts on young people.
Sport in Society, v.12, issue 9, p.1.177-1.
191, 2009; Inga D�ra Sigf�sd�ttir e colaboradores.
Substance use prevention for adolescents: the Icelandic Model.
Health Promotion International, v.24, Issue 1, p.
16�25, 2009; Douglas Hartmann e Brooks Depro.
Notes on Midnight Basketball and the Cultural Politics of Recreation, Race, and At-Risk Urban Youth.
Journal of Sport and Social Issues, v.25, n.4, p.339-371, 2001.
[22] Geoff Nichols e Iain Crow.
Measuring the Impact of Crime Reduction Interventions Involving Sports Activities forYoung People.Howard Journal, v.43, n.3, p.
227-236, 2004; Douglas Hartmann.
Theorizing Sport as Social Intervention: A View From the Grassroots.Quest, v.55, n.2, p.118-140, 2003.
[23] Jo�o Manuel Casquinha Malaia Santos.
Brazil: An Emerging Power Establishing Itself in the World of International Sports Mega-Events.
The International Journal of the History of Sport, v.31, Issue 10, p.1312-1327, 2014.[24] Brasil.
Diesporte, caderno 2: o perfil do sujeito praticante ou n�o de esportes e atividades f�sicas da popula��o brasileira.
Bras�lia: Minist�rio do Esporte, 2016, p.40.
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Para o artigo completocampe�o sportsbetPDF: O fim do Minist�rio do Esporte � boa ou m� not�cia [pdf].
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